Gestão de mandato e de campanha · qualquer município

A rua não
esquece quem
respondeu.

Cada pedido do bairro entra com protocolo, sobe a cadeia até o órgão certo e volta para quem pediu — com a data em que você avisou.

Veja o sistema antes de assinar

Hoje a rua pediu poda de árvorepoda de árvore, buraco na rua, poste apagado, vaga em creche, consulta na UBS, bueiro entupido, ônibus que não passa, coleta de lixo.

O que acontece com esse pedido dentro do Pulso, do painel de segunda de manhã até a página pública do bairro.

Segunda de manhã

Abra e saiba o que venceu, o que parou, quem está sem dono.

Contado no banco, não na tela. Com cinco mil pedidos, o número é o mesmo — e o primeiro passo do dia já vem sugerido.

O órgão que some

O ofício, o prazo e o silêncio, por secretaria.

O pedido parado no órgão ganha nome, data e dono. Cobrar de novo é um clique, e o silêncio vira número.

Na Câmara

O pedido vira indicação, requerimento ou projeto de lei.

O estado na Casa em uma linha — e a frase que o morador lê quando "saiu do papel". Nenhum concorrente liga o pedido da rua ao número da propositura.

Prestação de contas

Cada bairro vira uma página pública. Cada resposta vira prova.

Números, nunca pessoas: um dado só aparece acima de três moradores. A propaganda de gestão que ninguém consegue chamar de propaganda.

Em ano de eleição

A mesma base, com outro relógio.

Quem pediu poda em março é quem abre a porta em setembro. Rede de lideranças com link e QR próprios, crescimento diário, cadastro confirmado pelo WhatsApp.

01 / 05 · Segunda de manhã · simulação com o desenho do produto, dados do gabinete demo

O lado do morador

O que o morador vê

Duas telas reais do gabinete de demonstração. A primeira é a que a liderança manda pelo WhatsApp; a segunda, a que o morador abre depois, com o protocolo na mão.

A página pública do gabinete: nome, WhatsApp, distrito, o que é, o que está acontecendo, foto opcional e os dois aceites.
O link do gabinete. Sem aplicativo e sem senha: nome, WhatsApp, o bairro e o pedido. O apoio ao mandato é opcional e pede consentimento próprio.
A tela de acompanhamento: protocolo, o que foi pedido e o que aconteceu até agora.
O acompanhamento. Com o protocolo e o próprio WhatsApp, o morador vê em que ponto o pedido está — e ninguém mais vê o dele.

O que o seu bairro está pedindo

Buraco na rua, poste apagado, remédio que faltou na UBS, ônibus que não passa, vaga em creche. Cada pedido entra por um link, sem aplicativo e sem senha, e já chega organizado por tema e por região.

Onde cada pedido parou

O pedido vira ofício, ganha número de protocolo no órgão e fica com a resposta anexada. Quando alguém te cobrar na rua, você abre o número e diz o que foi feito.

Quem não respondeu, e há quantos dias

O ofício sai com o prazo que a Lei Orgânica da sua cidade dá ao Executivo — você informa qual é, com o artigo, e o sistema conta. Passou, a secretaria aparece pelo nome, com quantos ofícios estão parados nela. É a cobrança com denominador junto.

Quando o órgão diz não

A resposta entra com a data prevista da obra, ou com o motivo de não fazer. O morador lê as duas coisas na página do protocolo dele. Um “não” explicado vale mais que seis meses de silêncio.

Quem foi avisado — e quem não foi

A conta que nenhum outro sistema faz. O painel separa o que está resolvido e ainda não foi comunicado, com a mensagem pronta. É o trabalho mais barato do gabinete: já está feito, só falta contar.

Quem da sua equipe está trabalhando

Cada pessoa enxerga só a parte dela e o gabinete enxerga o conjunto. Região com gente sua e nenhum pedido chegando não é bairro tranquilo — é sinal para olhar.

E, em ano de eleição, um modo campanha

Ligado por você, desligado o resto do tempo. Calendário oficial do Tribunal, mutirão com vaga e presença, trecho de rua percorrido, material pedido e entregue, contas, registro de impulsionamento e o dia da eleição com fiscal por seção.

O resultado da urna ao lado do seu trabalho

O dado público do Tribunal, por seção, importado para dentro do sistema — e a sua meta repartida entre as seções conforme o que cada uma já deu. A tela começa pelas seções que têm voto e não têm ninguém trabalhando ali.

Os locais de votação vêm prontos

São Paulo capital tem 2.057 locais e 26.696 seções. Ninguém digita isso — e é por isso que a tela do domingo, em quase todo sistema, começa vazia. Aqui ela vem do arquivo público do Tribunal: local, endereço, zona, seções e eleitores. Inclusive as seções que não têm urna própria, para você não escalar alguém para uma urna que não existe.

No domingo, o fiscal manda sozinho

Cada fiscal manda o boletim da seção dele pelo próprio link — sem conta, sem senha, e só das seções em que ele foi escalado. Uma pessoa recebendo cinquenta fotos às 22h era o gargalo, e deixou de ser. Se a mesma seção chegar duas vezes, o sistema diz se é o mesmo papel ou dois boletins diferentes — sem decodificar nada, comparando o QR como impressão digital.

É para você se

  • o mandato recebe pedido de morador e perde o fio — quem pediu, onde parou, quem avisou;
  • existe gente na rua (liderança, coordenação) e o gabinete não enxerga o que cada um faz;
  • você quer publicar todo mês quantos pedidos resolveu — e aguentar a pergunta “de quantos?”.

Não é para você se

  • você quer um número de “voto certo” ao lado de cada nome. O sistema mede o que o mandato fez, e o que a urna já deu — não estima o voto de ninguém;
  • você quer disparar para quem nunca pediu para receber, ou transportar eleitor no dia. Nada disso tem lugar no sistema;
  • o gabinete é você e mais uma pessoa, sem ninguém no bairro — uma planilha resolve.

“Pelo menos com uma palavra de retorno: sim, não, vamos fazer.”

ver. Israel Cani, em plenário · Câmara de Jaraguá do Sul, 25/03/2025

O morador quer isso. O Pulso mede se essa palavra chegou, e publica o número.

Onde o pedido vive hoje · e onde ele para

O que importaCadernoWhatsAppPlanilhaPulso da Rua
Todo pedido com protocolonãonãouma linhasim, na hora
Com quem está o pedido agorana memóriaperdido na conversauma colunaa mesa de cada um
Ofício ao órgão com prazo legalnãonãoà mão30 dias da lei, prorrogável uma vez
Cobrança de quem não respondeunãonãonãopor secretaria, publicável
O morador é avisado do desfechoàs vezesàs vezesnãoregistrado, com data
Quantos foram avisados, de quantosnãonãonãotodo mês, com denominador
Exportar e apagar a pedido do moradornãonãoà mãocom registro

Nota fiscal e recibo mensais, com descrição do serviço e período, prontos para a prestação de contas. Onde o ato da sua Casa admite software na verba de gabinete, a mensalidade cabe nela — em Recife e Natal o rol diz “licença de software” com todas as letras; em São Paulo, não. Confira o seu antes, que a gente ajuda a achar o artigo.

por seção

o resultado oficial da urna importado para dentro do sistema, ao lado do que o mandato fez em cada região. Nenhum concorrente que medimos faz isso.

5 níveis

do gabinete até quem atende no bairro. Cada um enxerga o galho dele; você enxerga o conjunto.

avisado

a coluna que nenhum concorrente conta: quantas pessoas souberam que o pedido delas foi resolvido, de quantas. Seis já prometem avisar; nenhum publica o número.

Qualquer município do país

A divisão oficial de São Paulo capital já vem carregada — 32 subprefeituras, 96 distritos — e abrir outra cidade é carregar a divisão dela: nenhum bairro digitado à mão, em lugar nenhum. É o que faz o relatório deste mês comparar com o do mês passado.